Julho/2026 – Psicoterapia / Inteligência Artificial
A Era da Ingeligência Artificial e a Dignidade do Ser Humano
Notas do Podcast
O Papa e a IAnteCristo
do Calma Urgente e
Recortes da Carta
Encíclica MAGNIFICA HUMANITAS
do Santo Padre Leão XIV,
sobre Salvaguardar a Pessoa Humana na Era da Inteligência Artificial

Minha filha, Renata, psicóloga há mais tempo do que eu, enviou-me o link do podcast do Calma Urgente: O Papa e a IAntecristo. Assim que assisti o podcast, senti que deveria elaborar este texto. Obrigado, filha!
Este é o oitavo informe que traz reflexões sobre a relação entre a Inteligência Artificial e a Psicologia Clínica. São recortes, adições, edições e comentários extraídos do podcast O Papa e a IAnticristo e da Encíclica Papal, Magnifica Humanitas, que aborda o uso que estamos fazendo da tecnologia digital, em especial da Inteligência Artificial.
A carta encíclica do Papa Leão XIV critica o desenvolvimento e o uso da Inteligência Artificial, quando serve ao objetivo de aumentar a concentração de poder e do volume de dinheiro dos mais ricos. Ela também nos convida a refletir sobre o que é “ser humano” e defender a dignidade de cada pessoa, simplesmente porque cada um de nós é um “ser humano”.
Boa Leitura!
Boa leitura!
A Carta Encíclica Magnifica Humanitas

Seguem os recortes essenciais que utilizamos para compor este informe. Eles foram extraídos das 48 páginas da Carta Encíclica Magnifica Humanitas, do Papa Leão IV, sobre a salvaguarda da pessoa humana na era da Inteligência Artificial, publicado em 15 de maio de 2026.
INTRODUÇÃO
1. A Magnífica Humanidade criada por Deus encontra-se hoje perante uma escolha decisiva: erguer uma nova torre de Babel ou construir a cidade onde Deus e a humanidade habitam juntos.
2. ... podemos contribuir em todas as iniciativas que constroem um mundo mais justo e convidar outros a colaborar conosco na promoção do desenvolvimento integral de cada ser humano.
As res novae do nosso tempo
4. As novas tecnologias abrem um horizonte alargado em direções que, embora imagináveis, não podemos ainda antever plenamente. Isto torna mais complexo avaliar o seu impacto, bem como os efeitos a longo prazo sobre a dignidade das pessoas e o bem comum.
9. ... A tecnologia pode curar, conectar, educar, cuidar da Casa comum; mas também pode dividir, descartar, gerar novas injustiças.
Construir no bem
12. ... edificar no bem significa aceitar os limites e a fragilidade da humanidade, sem os considerar um erro a corrigir.
Permanecer humanos
15. .... Na era da inteligência artificial, em que a dignidade humana corre o risco de ser ofuscada por novas formas de desumanização, temos o dever urgente de permanecer profundamente humanos, salvaguardando com amor essa magnífica humanidade ...
FUNDAMENTOS E PRINCÍPIOS DA DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA
46. ... para salvaguardar a pessoa humana na era da inteligência artificial, devemos voltar a refletir sobre o bem comum, a destinação universal dos bens, a subsidiariedade, a solidariedade e a justiça social.
A igual dignidade de todos os seres humanos
52. ... existe um nível mais profundo – o mais importante – que consiste na dignidade ontológica. É a dignidade que pertence a cada ser humano simplesmente porque existe, foi desejado, criado e amado por Deus.
O altíssimo valor dos direitos humanos
55. Os direitos humanos são invioláveis por serem «inerentes à pessoa humana e à sua dignidade»
O princípio do bem comum
59. Reconhecer que cada mulher e cada homem possuem em si mesmos uma dignidade inalienável e direitos que nenhum poder humano deve ferir ou eliminar exige que se reconfigure o modo como vivemos juntos, as nossas escolhas económicas e políticas, o rosto concreto das nossas cidades.
O princípio de solidariedade
77. ... A justiça social reconhece-se, então, por uma ordem social, económica e política capaz de permitir a todos, em particular aos mais fracos, uma vida verdadeiramente humana, sem que ninguém fique para trás.
TÉCNICA E DOMÍNIO.A GRANDEZA DA PESSOA HUMANA PERANTE AS PROMESSAS DA IA
90. ... Somos levados a interrogar-nos sobre o grande canteiro de obras da nossa época: o que estamos a construir? Enquanto o desenvolvimento tecnológico altera rapidamente linguagens, relações, instituições e formas de poder, nós, cristãos, podemos e devemos escolher em que projeto trabalhar, e com que estilo, para salvaguardar e valorizar a magnífica humanidade que recebemos como dom.
A inteligência artificial
97. ... Limito-me a recordar alguns elementos essenciais a um discernimento moral e social que salvaguarde o primado da pessoa, para que seja sempre a inteligência humana, com a sua consciência e liberdade, a orientar as inovações técnicas e a estabelecer com responsabilidade o seu uso e limites.
99. Não é possível dar uma definição unívoca e completa da IA. O que podemos afirmar é que se evite o equívoco de equipar a esta “inteligência” à humana.
Responsabilidade, transparência e gestão da IA
102. O uso da IA nunca é uma questão puramente técnica: ao interferir em processos que afetam a vida das pessoas, ela incide sobre direitos, oportunidades, reputação e liberdade.
104. ... não podemos considerar a IA moralmente neutra.
108. Com efeito, tal como acontece com qualquer grande avanço tecnológico, a IA tende a reforçar sobretudo o poder daqueles que já dispõem de recursos económicos, competências e acesso aos dados.
110. Por fim, gostaria de utilizar uma palavra que me é cara: “desarmar”. Desarmar a IA significa subtraí-la à lógica da competição armada, que hoje não é apenas militar, mas também económica e cognitiva.
Os limites, o coração e a grandeza do ser humano
118. A nossa relação com a vida parece estar hoje em crise. Tudo o que se apresenta como “limite” – incapacidade, doença, velhice, sofrimento, vulnerabilidade – tende a ser interpretado, antes de mais nada, como um defeito a corrigir, e não como um espaço onde o humano amadurece e se abre à relação.
Comunicação e imaginário coletivo
135. ... é importante recordar que a comunicação «não é apenas a transmissão de informações, mas a criação de uma cultura»
136. ... quem detém o controle das plataformas digitais e dos meios de comunicação possui uma enorme capacidade de influenciar o imaginário coletivo e de apresentar como desejável uma determinada visão da realidade.
O valor do trabalho
150. Hoje em dia, o entrecruzar-se de automação, robótica e IA está a transformar rapidamente a própria estrutura do trabalho. Diz-se que trará grandes melhorias para todos. Na realidade, as “novas formas” de trabalhar não são necessariamente melhores. ... os trabalhadores são frequentemente obrigados a adaptar-se à velocidade e às exigências das máquinas, em vez de estas serem concebidas para ajudar quem trabalha.
O problema do desemprego
151. ... o desemprego é um mal grave e, sobretudo quando assume proporções massivas, pode tornar-se uma verdadeira calamidade social, que interpela de modo especial a responsabilidade do Estado. [153] Hoje, na “quarta revolução industrial”, esta preocupação torna-se mais premente, uma vez que a inovação é, frequentemente, entendida em função apenas da redução dos custos e do aumento dos lucros.
Uma economia que valorize a dignidade
159. Constata-se a necessidade de superar os atuais parâmetros para aferir o desenvolvimento, ancorados há mais de oitenta anos no conceito de Produto Interno Bruto, fazendo com que sejam quase sistematicamente ignorados aspectos essenciais para o bem-estar global das pessoas e do ambiente.
161. ... A riqueza mundial cresceu em termos absolutos, mas intensificou-se a concentração nas mãos de poucos e aumentaram os desequilíbrios, tanto entre países como no interior dum mesmo país: «Poucos possuem demais e muitos possuem pouco, esta é a lógica de hoje».
167. Para os jovens, a precariedade laboral é particularmente dramática. ... Quando o acesso ao trabalho é dificultado por elevadas taxas de desemprego, por sistemas de formação inadequados ou por obstáculos estruturais, muitos jovens encontram bloqueado o próprio caminho de realização humana e profissional.
Dependências e controle social
171. Um risco adicional – menos visível, mas não menos grave – é o do controle social, possibilitado pela recolha massiva de dados e pela utilização de sistemas algorítmicos.
A CULTURA DO PODER E A CIVILIZAÇÃO DO AMOR
182. Depois de ter considerado a forma como a IA está a transformar certos aspectos da vida e da sociedade, com graves consequências para a dignidade humana, é necessário dirigir o olhar a um âmbito ainda mais dramático: a guerra.
183. A revolução digital está a modificar a gramática dos conflitos. A guerra visível é acompanhada por formas híbridas: ataques cibernéticos, manipulação da informação, campanhas de influência, automatização de decisões estratégicas.
Armas e IA
198. Fala-se por vezes de “agentes morais artificiais”, como se uma máquina pudesse garantir, com maior coerência do que um ser humano, a distinção entre o bem e o mal.
Todos podemos fazer a nossa parte
212. ... pensar que os problemas são demasiado grandes e nós demasiado pequenos; e que, por isso, as nossas escolhas nada alteram. Trata-se de uma forma elegante de rendição, muitas vezes disfarçada de realismo.
Desarmar as palavras
214. ... O poder das palavras é enorme e experimentamo-lo na comunicação quotidiana, quando alguém nos diz algo que altera o nosso estado de espírito, para melhor ou para pior. «A paz começa em cada um de nós: na forma como olhamos para os outros, ouvimos os outros, falamos dos outros; e, neste sentido, a forma como comunicamos é de importância fundamental: devemos dizer “não” à guerra das palavras e das imagens, devemos rejeitar o paradigma da guerra».
O canteiro de obras do nosso tempo
237. Permaneçamos fiéis à verdade! ... é importante conservar um coração que ama a verdade, que deseja o que é justo mais do que conteúdos apelativos, que busca a sabedoria mais do que o impacto imediato.
238. Invistamos na educação, que começa por nós próprios!
239. Cuidemos das relações! Numa época que tende a acelerar e a fragmentar, a carne humana continua a pedir para ser cuidada e reconhecida por mãos capazes de ternura, por mentes atentas e por palavras bondosas.
240. Amemos a justiça e a paz! As mesmas tecnologias que facilitam a comunicação e o acesso aos recursos podem sustentar modelos que exploram os mais fracos, alimentam novas formas de escravatura e transformam o conflito numa oportunidade de lucro.
Conversa-Debate: O Papa e a IAntecristo

O podcast do Calma Urgente foi transmitido ao vivo da Feira do Livro 2026, em 8 de junho de 2026. Participaram da conversa: Alessandra Orofino, Gregório Duvivier e Bruno Torturra.
Seguem notas de nossa autoria, que foram extraídas do vídeo da gravação desta conversa-debate.
O podcast foi “Uma conversa sobre os impactos teológicos das Big Techs e a crítica tecnológica do Papa.”
O Papa critica o tom “teológico” e “transcendente” utilizado pelos donos das Big Techs (IA), prometendo a “vida eterna na nuvem”, “tentando criar Deus à sua própria imagem”.
Em contraste com outras encíclicas, não fala contra uma indústria, mas faz uma reflexão teológica sobre (1) a negação do corpo, (2) a natureza corporificada da inteligência e (3) não haver inteligência sem sentimentos e emoções.
Parece que “Estamos conjurando (e não criando) a IA”.
“Viver à mercê de um algoritmo é viver à mercê de 5 ou 6 pessoas poderosas.”
A Encíclica Papal propõe que reflitamos sobre “O ser humano criado à imagem e semelhança de Deus” versus a pretensão de 5 ou 6 homens poderosos que pretendem “criar um Deus, à sua – [deles] - imagem e semelhança”.
A verdadeira Torre de Babel desta discussão é o modelo econômico, o próprio capitalismo. Esta conversa deixa de ser transcendente na hora em que se lembra de algo mais inquestionável do que tudo: o tamanho do volume de capital que tudo isso gera, que é a verdadeira força imanente.
“O verdadeiro Sistema Operacional da IA não é digital, é sobretudo econômico e psicológico.”
A IA é o Prometeu ao contrário: rouba o nosso fogo (o nosso divino), tornando-nos algo que é mais fraco que o algoritmo. A IA é como Deus (o que ela fala, o que ele gosta, ... ). A IA é o Tinder que nos apresenta com quem devemos nos casar.
IA x Escritor Pensador x Leitor Aprendiz
IA não é um escritor, é um grande leitor ... lê e sabe de tudo que já foi escrito e registrado digitalmente. NÃO É AUTOR.
Não devemos terceirizar a leitura, mas evitar o sedentarismo cognitivo.
“Se você não parou, não tem tempo para escrever, porque alguém pararia para te ler?”
O processo de ler não é ler o resumo. IA tem utilidade para que se obtenha resumos que o algoritmo fez, como um fichamento. Ler apenas os resumos é um processo que está associado à obsessão pela produtividade, é querer saber o resumo de muitos livros, independentemente da qualidade do resumo/fichamento.
Ler não é como no filme Matrix. Instalar um chip, fazer um download e ... você aprendeu?
IA x Relacionamentos
Relações com pessoas não são como se relacionar com um Chatbot – um robô. O Robô é estúpido e falar com ele é como falar com o telemarketing, é enlouquecedor. Seria muito melhor falar com um atendente humano, que ouve, sente e deveria ter empatia ... [e compaixão].
Os ricos acumularam tanto poder que o espaço que sobrou é do desenho do destino do ser humano. O rico foi convidado a falar sobre os grandes temas da sociedade, substituindo teólogos, filósofos, cientistas ...
IA e alguns horrores
Estamos estabelecendo uma relação com uma máquina que simula uma humanidade.
Quanto mais esta máquina (IA) sabe sobre mim, mais ela produz para mim ou por mim: ??? e eu ???.
Não há como responsabilizar a máquina, mas há como responsabilizar o humano. Não dá para prender a “nuvem” por um crime que ela cometeu.
O algoritmo gera uma versão da realidade customizada para você. Não há realidade compartilhada. Onde foi parar o compartilhar em volta da fogueira, no almoço de domingo, no boteco com amigos de copo, no grupo da praia, no grupo xxx ?
Temos que aceitar/integrar IA à nossa Vida?
Há uma parte da imprensa e da sociedade que está embebecida por figuras que ganharam muito dinheiro e falam (e escrevem) sobre temas que não são de sua área de conhecimento. É parte do processo de estimular a admiração pelo bilionário. Porém, há que se considerar que a questão mais importante é a sensação de impotência, do “vamos ter que aceitar e integrar”. Há opção?
“Não é mais o realismo do capitalismo, mas o fatalismo do capitalismo.”
Parece que é o fim de uma agência humana na história. Parece que o capital tornou-se mais imanente, mais algorítmico, menos material e mais cognitivo. E parece que agora somos um monte de NPC*, um monte de jogador que não joga, um monte de figurante em um certo jogo”.
(*) como figuras em vídeo games controladas pelo computador, que servem para dar vida aos cenários, dar missões ou interagir de forma limitada com falas prontas, que parecem seguir os outros sem opinião própria ou pensamento crítico.
“A Inteligência Artificial não vai substituir o escritor, o autor, o artista, o músico, que tem algo da expressão humana que é diferente e genuíno, que vem de uma urgência, que vem do corpo, que vem da imortalidade que podemos apenas invejar”.
Enquanto a gente obcecar na IA como autor, de algum jeito estamos projetando a nossa obsessão com autoralidade, com narcisismo: é o artista que é importante e não a sua obra, e não o leitor, não o público, não o alvo da arte.
Sobre responsabilidade: “A gente não pode ignorar a desumanização, porque ela vai criando condições para as máquinas nos substituírem, não de maneira menos política ou menos perigosa, mas de maneira mais perigosa, mas mais fácil também”
[não fui eu, mas a IA, não sou responsável, foi a IA que disse para eu fazer ... e não temos como responsabilizar uma máquina.]
E nas sessões de psicoterapia ...
... não nas sessões de psicoterapia com o robô ChatGPT ...

IA é um dos temas mais frequentes nesta era dos Chatbots.
Convido os pacientes a refletir sobre as transformações ocorridas no nosso modo de vida. Houve um número maior de mudanças nos últimos 50 ou 60 anos do que em toda a história conhecida da civilização. O nosso aparelho psíquico não dá conta de elaborar e dar sentido a todas estas mudanças e não dá conta de evitar que elas nos causem transtornos.
Estas transformações nos trouxeram à Época Neuronal, como pode ser denominada a paisagem patológica do começo deste século XXI, caracterizada pelos transtornos de Depressão, Défict de Atenção e Hiperatividade, Personalidade Limítrofe e Burnout, como nos mostra Byung-Chul Han, em seu livro Sociedade do Cansaço.
Alinhado à Magnifica Humanitas, muitas vezes proponho também que reflitamos sobre a dignidade. Dignidade é uma palavra que parece ter caído em desuso, como se fosse um conceito ultrapassado, fora de moda. Estamos tão atentos ao que os outros – os 5 ou 6 poderosos – querem que vejamos e façamos, que nem questionamos se estas coisas do consumismo menosprezam (ou será desprezam?) a nossa dignidade.
Como diz o Papa, em sua Carta Encíclica, sobre a dignidade:
52. Quando falamos de dignidade, nem sempre empregamos a palavra da mesma forma: por vezes, referimo-nos à dignidade moral, ou seja, à forma como uma pessoa orienta as suas escolhas e ações; outras vezes, pensamos na dignidade social, ou seja, nas condições de vida da pessoa e no respeito concreto que lhe é reconhecido pela sociedade; noutros casos ainda, referimo-nos à dignidade existencial, ou seja, à forma como uma pessoa percebe o valor de si mesma e da própria vida. Estas dimensões da dignidade podem aumentar ou diminuir. No entanto, além destes significados, existe um nível mais profundo – o mais importante –que consiste na dignidade ontológica. É a dignidade que pertence a cada ser humano simplesmente porque existe, foi desejado, criado e amado por Deus: [60] nenhum pecado, nenhum fracasso, nenhuma humilhação, nenhuma exclusão podem afetar o valor profundo de uma vida humana que Ele desejou e chamou à existência. [61]
53. A dignidade fundamental de cada pessoa, portanto, não se adquire, nem se merece, e nem precisa de ser demonstrada. A recente Declaração Dignitas infinita apresentou uma síntese das convicções da Igreja sobre este tema: «Uma dignidade infinita, inalienavelmente fundada no seu próprio ser, é inerente a cada pessoa humana, para além de toda circunstância e em qualquer estado ou situação se encontre»,
[62] ou seja, ineludível e permanentemente. ... a dignidade de cada ser humano pode dizer-se infinita por duas razões: porque é infinito o amor de Deus que o chama à amizade com Ele, e porque é absolutamente incondicional, no sentido de que nunca se encontrará nada, ainda que se procure incessantemente, capaz de apagá-la ou negá-la.
Referências Bibliográficas
Carta Encíclica MAGNIFICA HUMANITAS do Santo Padre Leão XIV
Calma Urgente - Ao vivo na Feira do Livro 2026
Os imortais
Tort, Paulliny; Fósforo, 2026
Maniac
Labatut, Benjamin; tradução de Vidal, Paloma; 1a. Ed.; São Paulo; Todavia, 2023
Sociedade do Cansaço
Han, Byung-Chul; Sociedade do Cansaço; tradução de Enio Paulo Giachini,
3ª. Ed.; Petrópolis, RJ : Vozes, 2024.
Informe: Maio/2026
os riscos à saúde causados pelo uso inadequado dos chatbotsInforme
Informe: Abril/2026
“A Inteligência Artificial no Divã do Analista Reichiano Contemporâneo”
Informe: Novembro/2025
Percepção e Inteligência Artificial
Informe: Fevereiro/2025
Tecno-ceticista em relação à Inteligência Artificial
Informe: Fevereiro/2025
Inteligência Artificial é matemática, não mágica ou um ser inteligente e senciente
Informe: Fevereiro/2025
Como a IA distorce o senso de realidade da clientela
Informe: Fevereiro/2025
Percepção - Mundos: Real, Digitalizado e Virtual ... e a Convivência de Boa Qualidade?
Informe: Maio/2022